Em entrevista ao Jornal Estado de São Paulo, José Luiz Portella, secretário dos Transportes Metropolitanos, admite que o Metrô optou por um plano de fiscalização mais distante nas obras da Linha Amarela. Esse distanciamento do governo na gestão da obra, pode ser explicado pelo modelo de contrato firmado ("preço fechado") que garante uma redução no custo da obra, porém restringue a interferência do Governo na gestão.
O laudo do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) responsabilizou o Metrô por falta de fiscalização e completa que os empreteiros utilizaram materiais inapropriados nas fundações dos túneis para evitar um atraso no cronograma da obra, o motivo alegado é que existia um atraso na entrega de material.
